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DICAS SOBRE SEXO

Tire todas as suas dúvidas sobre a sua sexualidade
Dicas sobre Sexo
Atualmente o vibrador é muito indicado para usar em casa na estimulação do orgasmo individual e em casal, sendo que há modelos específicos para as regiões do ânus, vagina e clitóris. Muitos homens ainda sentem-se inseguros quando a parceira apresenta um vibrador e demonstra desejo em usá-lo. A maioria desconhece seu uso e os vê como um concorrente, e não como um aliado ao prazer sexual de ambos. De acordo com a pesquisa on line da Revista Men´s Health de janeiro deste ano, 50% dos homens participantes utilizam os acessórios com a parceira por acreditarem que este apimenta a relação ou por verem que ela goza mais rápido. De acordo com pesquisa realizada pela Revista Nova (2013), 97% das mulheres participantes usam o vibrador com o parceiro para melhorar a relação sexual. A mulher que tem alteração nos músculos vaginais poderá desenvolver com o tempo a diminuição do desejo e lubrificação, causando uma disfunção sexual. Deste modo, esta disfunção pode causar efeitos danosos sobre a autoestima e seus relacionamentos. Pesquisadores observaram que há associação significativa entre disfunção sexual e sentimentos de insatisfação física e emocional, assim como redução do bem estar destas mulheres. Observa-se na prática clínica que a baixa intensidade e frequência do orgasmo para a mulher ocasiona frustrações. Esta irá desenvolver diminuição do desejo sexual e da lubrificação, e em consequência é comum iniciar um processo de desconforto e dor na penetração vaginal. Estes sintomas dificultam muito o orgasmo e promove com o tempo a ausência de desejo, lubrificação e prazer, e em consequência disto a mulher pode sentir dor na penetração, tornando um ciclo vicioso. Como o Vibrador melhora o desejo e a lubrificação? Como foi descrito na matéria intitulada “Brinque com ela!”, no qual participei na Revista Men´s Health de janeiro deste ano, o uso do vibrador auxilia o autoconhecimento e a ganhar excitação sexual, favorecendo o aumento do desejo e da lubrificação sexual à dois. A mulher que sente dificuldade em sentir prazer com o companheiro deve utilizá-lo sozinha, inicialmente. Ela deve estimular a região do clitóris e do ponto G (localiza-se há uns 2/3 cm na parede anterior da vagina, no “teto”). Ela pode começar o estímulo com o dedo para aprender a identificar os locais e depois usar o vibrador. Com o tempo ela irá perceber que o desejo com o parceiro aumenta, pois os benefícios que terá sozinha irá ajudá-la com o companheiro. Visto que, se a mesma sentir maior desejo ela irá lubrificar melhor e terá menos chance de sentir desconforto ou dor na penetração, quebrando o ciclo vicioso. Sem estes sintomas o desejo e a lubrificação aumentam, e desta forma aumenta a chance de se ter prazer na penetração. Para aumentar o prazer sexual na relação sexual à dois, recomendamos a dupla estimulação, exemplos: 1- Enquanto faz sexo oral pode usá-lo na região do ponto G; 2- Enquanto faz penetração vaginal pode usá-lo estimulando o clitóris; 3- Enquanto faz penetração vaginal pode usá-lo estimulando o ânus. A dupla estimulação proporciona a facilitação do orgasmo e um aumento na intensidade deste, promove na mulher aumento do desejo e lubrificação sexual com sua prática. São muitos os benefícios que o vibrador proporciona ao casal, procure um de acordo com sua preferência. Fabiane Dell` Antônio Fisioterapeuta, Palestrante e Consultora * Mestrado em Ciências da Saúde Humana – UnC / SC * Especialização em Neuropsicologia e Aprendizado – PUC / PR * Especialização em Fisioterapia em Uroginecologia – CBES / PR * Especialização em Sexualidade Humana – USP / SP
O vibrador é um objeto que promove vibração. Possui vários modelos, com muitos formatos e variações na sua velocidade. São indicados na atividade sexual individual e casal, pois promovem o orgasmo, auxiliam no autoconhecimento e desejo sexual. Como surgiu o vibrador Nas primeiras décadas do Século 19 mulheres que apresentavam irritabilidade, insônia, ansiedade, dores de cabeça, choro e falta de apetite, entre outros sintomas, eram diagnosticadas com “histeria”, uma doença psíquica exclusivamente feminina, aonde acreditavam que havia um deslocamento do útero para este diagnóstico. Assim, para controlar a “histeria”, o tratamento recomendado era a massagem no clitóris, feita diretamente pelo médico, em consultório. Com as mãos, o médico estimulava a paciente até que ela atingisse o “paroxismo histérico”, conhecido hoje como orgasmo. Para agilizar as sessões nos consultórios, o médico americano George Taylor patenteou, em 1869, o primeiro vibrador, a vapor, e o batizou de "The manipulator". O vapor não durou muito. Em 1880, o médico inglês Joseph Mortimer Granville inventou o vibrador movido à manivela. Já em 1902 surgiu o primeiro vibrador elétrico, lançado pela empresa americana Hamilton Beach. Nessa época, os vibradores deixaram de ser usados apenas nos consultórios médicos, e as mulheres passaram a usá-los em casa. Ainda assim, o conceito de que aqueles sintomas caracterizassem uma doença só foi abolido pela Associação Americana de Psiquiatria em 1952. Atualmente o vibrador é muito indicado para usar em casa na estimulação do orgasmo individual e em casal, sendo que há modelos específicos para as regiões do ânus, vagina e clitóris. Muitos homens ainda sentem-se inseguros quando a parceira apresenta um vibrador e demonstra desejo em usá-lo. A maioria desconhece seu uso e os vê como um concorrente, e não como um aliado ao prazer sexual de ambos. Como o homem deve usá-lo O homem deve conhecer a anatomia genital e sexual feminina antes de tudo. Os locais de maior prazer feminino são o clitóris e a região do ponto G (localiza-se há uns 2 cm na parede anterior da vagina, no “teto”). O homem pode usar o vibrador para promover na mulher dupla estimulação, exemplos: 1- Enquanto faz sexo oral pode usá-lo na região do ponto G; 2- Enquanto faz penetração vaginal pode usá-lo estimulando o clitóris; 3- Enquanto faz penetração vaginal pode usá-lo estimulando o ânus. A dupla estimulação proporciona a facilitação do orgasmo e um aumento na intensidade deste, promove na mulher aumento do desejo e lubrificação sexual com sua prática. São muitos os benefícios que o vibrador proporciona ao casal, procure um de acordo com sua preferência. Indicação: Filme “Hysteria” Fabiane Dell` Antônio Fisioterapeuta * Mestrado em Ciências da Saúde Humana – UnC / SC * Especialização em Neuropsicologia e Aprendizado – PUC / PR * Especialização em Fisioterapia em Uroginecologia – CBES / PR * Especialização em Sexualidade Humana – USP / SP
A Ejaculação Precoce (EP), também conhecida como ejaculação prematura ou rápida, é uma disfunção sexual masculina que ocorre em 20 a 30% dos homens brasileiros (Abdo, 2010). É definida como o déficit do controle sobre a ejaculação, interferindo com o bem estar sexual ou emocional do homem ou do casal. Não existe um tempo que determina se é ou não ejaculação precoce, mas nestes casos ela ocorre com estímulo sexual mínimo antes, durante ou logo após a penetração, antes do que o indivíduo o deseje, e isto ocorre frequentemente, causando desconforto e sofrimento para um dos parceiros. Há dois tipos de ejaculador precoce: o primário, que apresenta a disfunção desde o início da vida sexual, e o secundário, neste caso ocorre quando o homem adquiriu este problema depois de ter tido relações satisfatórias por alguns anos. O QUE CAUSA A EP? A EP tem muitas causas físicas, sociais e emocionais. As mais estudadas são a hipersensibilidade na glande, falta de controle no reflexo ejaculatório, ansiedade excessiva, primeiras experiência sexuais inadequadas, insegurança, falta de conhecimento da sua sexualidade, enfraquecimento muscular local, entre outras. A fisiologia da ejaculação é um processo complexo, este é constituído por expulsão (ejaculação do sêmen), relaxamento do esfíncter externo e contração coordenada dos músculos do assoalho pélvico (região do períneo). Quando houver um desequilíbrio em um destes pode ocorrer a EP. COMO OCORRE O TRATAMENTO? Para a psiquiatra Carmita Abdo os antidepressivos, psicoterapia e uso de anestésicos tópicos para retardar a ejaculação são opções de tratamento. O tratamento deve estar baseado no que está interferindo no controle ejaculatório. Muitas vezes o fator inicial foi emocional, e este como consequência afeta o físico, causando alterações na estrutura muscular e circulatório dos músculos do assoalho pélvico. Este homem precisa aprender ou reaprender a controlar a sensação premonitória e sua respectiva ejaculação, desta forma ele poderá ejacular quando o desejar. A parceira do homem tem um papel importante em torná-lo capaz de superar o problema da ejaculação precoce. Sem um suporte emocional o homem é menos propenso a atingir um nível de relaxamento necessário para sua satisfação sexual. Ambos os parceiros devem comunicar seus sentimentos abertamente e com sensibilidade. O homem deve aprender a satisfazer sua parceira através do toque, sexo oral ou de outras formas, enquanto o casal trabalha para superar o problema da Ejaculação Precoce (EP). Técnicas de tratamento: Psicologia, Fisioterapia (exercícios, orientações sobre hábitos de vida e técnicas que auxiliam neste processo - como uso de anestésicos e anel peniano) , Medicamentoso (ansiedade). Fabiane Dell` Antônio - Fisioterapeuta
A prisão de ventre, também conhecida como constipação, é definida pelos profissionais da saúde como ter uma frequência de vacuação inferior a 3 vezes na semana. Para os pacientes a constipação intestinal pode apresentar ao defecar a sensação de evacuação incompleta, dificuldade para expelir as fezes (duras ou secas), e distensão abdominal. Há vários fatores que ajudam no funcionamento do nosso intestino, que são: 1- Beber muita água; 2- Fazer atividade física; 3- Manter um horário fixo para defecar; 4- Respeitar o momento que tem vontade de defecar, sem adiamentos; 5- Comer alimentos com fibras e evitar doces e frituras; 6- Evitar a ansiedade e estresse; 7- Evitar leituras no banheiro, distrações; 8- Defecar sem pressa de terminar; 9- Posição adequada para defecar: sentada inclinada, com os cotovelos apoiados nas coxas; 10- Relaxar os músculos do assoalho pélvico para defecar, outros. O Músculo puborretal precisa estar relaxado para facilitar a saída das fezes, sendo que esta falta de relaxamento causa a dificuldade evacuatória. Muitas pessoas não conseguem relaxar os músculos do assoalho pélvico para uma adequada defecação. Esta dificuldade ocorre por apresentar na hora de defecar uma incoordenação dos músculos, dificultando a saída das fezes. Como fatores determinantes de dor durante a pasagem das fezes na região anal estão as fissuras anais e hemorróidas. Como saber se tenho problemas nos músculos para evacuar? Isto é possível de identificar quando a pessoa cuida da alimentação e faz atividade física, e mesmo assim permanece com a dificuldade de evacuar. O tratamento é aprender a relaxar estes músculos que estão no assoalho pélvico. O que a prisão de ventre prejudica na sexualidade? A mulher que está com problemas evacuatórios pode apresentar descorforto abdominal e vaginal, este último ocorre na hora da penetração porque o reto cheio de fezes pode ocasionar tensão local, interferindo nos músculos vaginais. O esforço contínuo para evacuar pode acarretar danos ao nervo local e aos músculos, enfraquecendo-os com o tempo. E como consequência deste enfraquecimento pode ocorrer alterações no prazer sexual, perda de fezes e queda de órgãos pélvicos. Além disso, algumas mulheres apresentam problemas na região anal que impossibilita ou dificulta o sexo anal. Fonte: Fabiane Dell` Antônio
Os músculos em repouso permanecem num estado de semicontração ou de tensão, chamado de tônus muscular. Muitas mulheres mantém seus músculos vaginais constantemente tensos, contraídos sem querer e perceber. Na prática fisioterapêutica observa-se que muitas mulheres iniciam sua prática sexual com aumento da tensão nos músculos vaginais, e isto ocorre geralmente quando a mulher teve educação religiosa e/ou familiar muito rígida, abuso ou assédio sexual na infância ou adolescência, traumas locais, imagem corporal alterada, baixa autoestima, postura inadequada da pelve, hímen complascente, pós-parto vaginal, entre outros fatores físicos e psicológicos. O surgimento da tensão nos músculos vaginais pode ser devido alguns exemplos, como: problemas conjugais, de saúde (cândida de repetição, bartholinite, cistite, etc), fatores psicológicos, dor ou desconforto na penetração, falta de lubrificação, entre outros. E não tem idade para ocorrer na vida da mulher. Esta tensão muscular vai se agravando de acordo com a frequência que a mulher faz penetração com desconforto e dor. A dor frequente na penetração pode ocasionar diminuição ou ausência do desejo e lubrificação, enfraquecimento dos músculos vaginais, alteração de sensibilidade da vagina e às vezes da região de clitóris e ânus. Visto que com a tensão muscular local ocorre alteração vascular e circulatória, onde os músculos tornam-se fracos e sem elasticidade. E pode surgir nódulos de tensão local e fechamento parcial ou total da vagina, chamado de vaginismo. A dor na penetração interfere no orgasmo vaginal? Sim, a dor interfere no orgasmo vaginal. Mas depende também de outros fatores, como sua sexualidade, seu emocional, fatores físicos e conjugais, e o grau de tensão muscular local (leve – moderado – grave). O importante é diminuir este descorforto e dor. Caso tenha doença procure seu médico ginecologista. Caso não tenha doença, você deve usar muito lubrificante na vagina, de preferência os que esquentam, assim ajudam a relaxar os músculos locais na hora da penetração. E mesmo com lubrificante externo a dor continuar, procure um fisioterapeuta especializado para avaliar e tratar seus músculos íntimos. Fonte: Fabiane Dell` Antônio
A lubrificação vaginal é a produção natural de um líquido lubrificante na vulva e canal vaginal, esta tem a função reduz a fricção durante a atividade sexual. Considera-se como sendo a primera fase da resposta sexual feminina e também da excitação (equivalente à ereção masculina). Esta pode ser alterada por fatores hormonais, musculares, emocionais, gravidez, monopausa, doenças, envelhecimento, problemas conjugais, entre outros. É muito importante para a saúde sexual da mulher que ela faça penetração com lubrificação. Caso esteja com pouca ou ausência desta, recomenda-se usar um lubrificante íntimo externo. Pois a penetração constante sem lubrificação pode ocasionar com o tempo alterações musculares que ocasionam diminuição da força muscular e percepção local. Estudos indicam que o enfraquecimento ou lesões dos músculos íntimos podem ocasionar dor na relação, diminuição do desejo sexual, dificuldade na lubrificação e de orgasmo. Nestes casos a mulher sente a vagina seca, mesmo em estado de excitação. Mas quando a mulher não está com desejo e excitada, a lubrificação não ocorre, e desta forma não há modulação vaginal para receber o pênis, e assim pode ocasionar desconforto e dor na penetração. Deste modo, se a mulher realizar penetração com secura vaginal por um longo período, ou seja, falta de lubrificação, esta poderá ocasionar dor na penetração, e pode ainda desenvolver falta de desejo sexual, evitando intimidade com o companheiro. Indico para todas as mulheres usarem lubrificantes na relação sexual enquanto está com baixa ou ausência de lubrificação. A Hot Flowers tem uma linha ótima de lubrificantes neutros e com aromas que esquentam ou esfriam, de acordo com a sua escolha. E para quem gosta de namorar na água tem os lubrificantes Aqua Fire e Aqua Loob, que esfria e esquenta ao contato com a água, respectivamente. Recomendo para as mulheres que sentem um pouco de desconforto ou dor na penetração usar lubrificantes que esquentam, pois estes ajudam a relaxar os músculos vaginais e facilitam a penetração. Já para as mulheres que sentem que sua vagina está um pouco frouxa, os lubrificantes que esfriam são os mais apropriados. Fonte: Fabiane Dell` Antônio
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FABIANE DELL`ANTÔNIO

Graduada em Fisioterapia, com Mestrado em Ciências da Saúde Humana (UnC-SC) e nas seguintes Especializações:

Neuropsicologia e Aprendizado (PUC-PR);

Fisioterapia em Uroginecologia (CBES-PR);

Sexualidade Humana (USP-SP).

Professora Universitária desde 1999. Atua em consultório na área de Sexologia desde 2002. Realiza Cursos e Palestras em Sexualidade Humana desde 2010.

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