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DICAS SOBRE SEXO

Tire todas as suas dúvidas sobre a sua sexualidade
Dicas sobre Sexo
A prisão de ventre, também conhecida como constipação, é definida pelos profissionais da saúde como ter uma frequência de vacuação inferior a 3 vezes na semana. Para os pacientes a constipação intestinal pode apresentar ao defecar a sensação de evacuação incompleta, dificuldade para expelir as fezes (duras ou secas), e distensão abdominal. Há vários fatores que ajudam no funcionamento do nosso intestino, que são: 1- Beber muita água; 2- Fazer atividade física; 3- Manter um horário fixo para defecar; 4- Respeitar o momento que tem vontade de defecar, sem adiamentos; 5- Comer alimentos com fibras e evitar doces e frituras; 6- Evitar a ansiedade e estresse; 7- Evitar leituras no banheiro, distrações; 8- Defecar sem pressa de terminar; 9- Posição adequada para defecar: sentada inclinada, com os cotovelos apoiados nas coxas; 10- Relaxar os músculos do assoalho pélvico para defecar, outros. O Músculo puborretal precisa estar relaxado para facilitar a saída das fezes, sendo que esta falta de relaxamento causa a dificuldade evacuatória. Muitas pessoas não conseguem relaxar os músculos do assoalho pélvico para uma adequada defecação. Esta dificuldade ocorre por apresentar na hora de defecar uma incoordenação dos músculos, dificultando a saída das fezes. Como fatores determinantes de dor durante a pasagem das fezes na região anal estão as fissuras anais e hemorróidas. Como saber se tenho problemas nos músculos para evacuar? Isto é possível de identificar quando a pessoa cuida da alimentação e faz atividade física, e mesmo assim permanece com a dificuldade de evacuar. O tratamento é aprender a relaxar estes músculos que estão no assoalho pélvico. O que a prisão de ventre prejudica na sexualidade? A mulher que está com problemas evacuatórios pode apresentar descorforto abdominal e vaginal, este último ocorre na hora da penetração porque o reto cheio de fezes pode ocasionar tensão local, interferindo nos músculos vaginais. O esforço contínuo para evacuar pode acarretar danos ao nervo local e aos músculos, enfraquecendo-os com o tempo. E como consequência deste enfraquecimento pode ocorrer alterações no prazer sexual, perda de fezes e queda de órgãos pélvicos. Além disso, algumas mulheres apresentam problemas na região anal que impossibilita ou dificulta o sexo anal. Fonte: Fabiane Dell` Antônio
Os músculos em repouso permanecem num estado de semicontração ou de tensão, chamado de tônus muscular. Muitas mulheres mantém seus músculos vaginais constantemente tensos, contraídos sem querer e perceber. Na prática fisioterapêutica observa-se que muitas mulheres iniciam sua prática sexual com aumento da tensão nos músculos vaginais, e isto ocorre geralmente quando a mulher teve educação religiosa e/ou familiar muito rígida, abuso ou assédio sexual na infância ou adolescência, traumas locais, imagem corporal alterada, baixa autoestima, postura inadequada da pelve, hímen complascente, pós-parto vaginal, entre outros fatores físicos e psicológicos. O surgimento da tensão nos músculos vaginais pode ser devido alguns exemplos, como: problemas conjugais, de saúde (cândida de repetição, bartholinite, cistite, etc), fatores psicológicos, dor ou desconforto na penetração, falta de lubrificação, entre outros. E não tem idade para ocorrer na vida da mulher. Esta tensão muscular vai se agravando de acordo com a frequência que a mulher faz penetração com desconforto e dor. A dor frequente na penetração pode ocasionar diminuição ou ausência do desejo e lubrificação, enfraquecimento dos músculos vaginais, alteração de sensibilidade da vagina e às vezes da região de clitóris e ânus. Visto que com a tensão muscular local ocorre alteração vascular e circulatória, onde os músculos tornam-se fracos e sem elasticidade. E pode surgir nódulos de tensão local e fechamento parcial ou total da vagina, chamado de vaginismo. A dor na penetração interfere no orgasmo vaginal? Sim, a dor interfere no orgasmo vaginal. Mas depende também de outros fatores, como sua sexualidade, seu emocional, fatores físicos e conjugais, e o grau de tensão muscular local (leve – moderado – grave). O importante é diminuir este descorforto e dor. Caso tenha doença procure seu médico ginecologista. Caso não tenha doença, você deve usar muito lubrificante na vagina, de preferência os que esquentam, assim ajudam a relaxar os músculos locais na hora da penetração. E mesmo com lubrificante externo a dor continuar, procure um fisioterapeuta especializado para avaliar e tratar seus músculos íntimos. Fonte: Fabiane Dell` Antônio
A lubrificação vaginal é a produção natural de um líquido lubrificante na vulva e canal vaginal, esta tem a função reduz a fricção durante a atividade sexual. Considera-se como sendo a primera fase da resposta sexual feminina e também da excitação (equivalente à ereção masculina). Esta pode ser alterada por fatores hormonais, musculares, emocionais, gravidez, monopausa, doenças, envelhecimento, problemas conjugais, entre outros. É muito importante para a saúde sexual da mulher que ela faça penetração com lubrificação. Caso esteja com pouca ou ausência desta, recomenda-se usar um lubrificante íntimo externo. Pois a penetração constante sem lubrificação pode ocasionar com o tempo alterações musculares que ocasionam diminuição da força muscular e percepção local. Estudos indicam que o enfraquecimento ou lesões dos músculos íntimos podem ocasionar dor na relação, diminuição do desejo sexual, dificuldade na lubrificação e de orgasmo. Nestes casos a mulher sente a vagina seca, mesmo em estado de excitação. Mas quando a mulher não está com desejo e excitada, a lubrificação não ocorre, e desta forma não há modulação vaginal para receber o pênis, e assim pode ocasionar desconforto e dor na penetração. Deste modo, se a mulher realizar penetração com secura vaginal por um longo período, ou seja, falta de lubrificação, esta poderá ocasionar dor na penetração, e pode ainda desenvolver falta de desejo sexual, evitando intimidade com o companheiro. Indico para todas as mulheres usarem lubrificantes na relação sexual enquanto está com baixa ou ausência de lubrificação. A Hot Flowers tem uma linha ótima de lubrificantes neutros e com aromas que esquentam ou esfriam, de acordo com a sua escolha. E para quem gosta de namorar na água tem os lubrificantes Aqua Fire e Aqua Loob, que esfria e esquenta ao contato com a água, respectivamente. Recomendo para as mulheres que sentem um pouco de desconforto ou dor na penetração usar lubrificantes que esquentam, pois estes ajudam a relaxar os músculos vaginais e facilitam a penetração. Já para as mulheres que sentem que sua vagina está um pouco frouxa, os lubrificantes que esfriam são os mais apropriados. Fonte: Fabiane Dell` Antônio
Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA, 2013), o câncer de mama é o tumor mais comum entre mulheres e o mais letal na faixa dos 35 aos 54 anos. Por ano são registradas 13.000 mortes relacionadas à doença. O índice de mortalidade é um dos maiores do mundo. As mamas desempenham um importante papel fisiológico em todas as fases do desenvolvimento feminino. Representam em nossa cultura um símbolo de identificação da mulher e sua feminilidade, expressada pelo erotismo, sensualidade e sexualidade. Sendo um acontecimento marcante tanto na área social, psicológica e sexual. Estudos observam que a preocupação central da mulher e sua família após receber o diagnóstico do câncer de mama é a sobrevivência. Em seguida, surge a preocupação com o tratamento e condições econômicas para realizá-lo. Por fim, há a preocupação possíveis alterações estéticas e suas consequências para a vida sexual da mulher. Em conversas realizadas no atendimento fisioterapêutico de serviço particular (consultório) e público (universidade) com mulheres na fase da pós-cirurgia de câncer de mama, observou-se queixas de mudanças nas suas atitudes e dos maridos em relação a vida sexual do casal. Estas mulheres relataram algumas modificações importantes na vida sexual delas, como diminuição do desejo, muita secura vaginal, dor durante a penetração e diminuição ou ausência do prazer. Muitas mulheres referiram ter vergonha de expor a região da cirurgia para o companheiro e de serem tocadas no local. Muitas afirmaram que houve diminuição da frequência de relações sexuais. Estas mulheres relataram que usavam camisetas ou sutiã para não expor a região da cirurgia no momento de intimidade. Se você está passando por esta situação recomendo uma conversa sincera com seu companheiro em relação ao seu sentimento com seu próprio corpo e sobre a sua sexualidade atual. Juntos busquem alternativas que favoreçam o retorno à vida sexual. O importante ao iniciar a vida sexual é que você não tenha penetrações sem lubrificação, pois isto pode causar lesão muscular e você pode sentir dor e desconforto, agravando a diminuição ou ausência de desejo, lubrificação e ausência de prazer. Autora: Fabiane Dell` Antônio
O que é disfunção sexual? A disfunção sexual (DS) é a incapacidade de participar do relacionamento sexual com satisfação. Pode ocorrer em homens e mulheres, é ocasionada por falta, excesso, desconforto e/ou dor na expressão e no desenvolvimento da resposta sexual normal. Disfunção erétil (DE) é a incapacidade persistente ou recorrente de obter e/ou manter uma ereção adequada até a conclusão da atividade sexual, o que causa acentuado sofrimento ou dificuldades interpessoais (DSM-IV-TR). Estudos realizados por Abdo (2006) mostram que a DE nos homens brasileiros acima de 40 anos é de 45%, sendo que apenas 12% buscam ajuda de profissionais da saúde capacitados em Sexologia. Os fatores de risco são: maus hábitos de vida (sedentarismo, obesidade, tabagismo, alcoolismo, estresse e uso de drogas ilícitas), fatores psicossociais, conflitos de relacionamento, dificuldades econômicas e questões culturais, doenças de natureza neurológica, vascular, hormonal, respiratória, renal e hepática, efeitos adversos de medicamentos, cirurgias (ex. prostatectomia) e traumas locais. Autores afirmam que muitos conflitos interpessoais podem influenciar na excitabilidade sexual, como relacionamento extraconjugal, ofensa verbal ou sexual, ausência do desejo, prática diferentes do parceiro, pouca comunicação sexual. Estresse do cotidiano como problemas financeiros, familiar ou trabalho, doença ou morte na família, e depressão também podem influenciar na sexualidade. Quanto maior a intimidade com o parceiro menor a aflição sexual! A questão sexual desempenha um papel essencial na saúde do homem, visto que exercícios auxiliam no fortalecimento da musculatura. Alguns produtos também ajudam na melhora da circulação e inervação local. O aumento da satisfação sexual masculina promove maior intimidade e bem estar entre o casal, sendo assim, a melhora da vida sexual reflete na autoestima, relação social, confiança, personalidade e segurança. Autora: Fabiane Dell` Antônio
A resposta sexual é composta pela interação de fatores psicossociais, físicos e familiares, e estes compõem-se de quatro fases (desejo, excitação, orgasmo e resolução). A interrupção, por vários fatores, em uma ou mais destas fases determinam disfunção sexual. Para estudiosos da área há algumas situações que podem prejudicar a resposta sexual normal, como algumas doenças agudas ou crônicas, medicamentos, tabagismo e etilismo, anomalias genéticas ou congênitas, traumas físicos e sequelas cirúrgicas. Assim como fatores emocionais negativos, imagem corporal inadequada, experiências sexuais traumáticas, insegurança no desempenho sexual, relação sexual com dor, história de abuso sexual, fatores educacionais e culturais, desinformação sobre sexualidade, ortodoxia religiosa e conflitos com o parceiro. Em estudo conduzido na França com 154 gestantes que estavam grávidas pela primeira vez, observou-se que 91% das entrevistadas conheciam a palavra períneo. Somente 14% das entrevistadas afirmaram conhecer e localizar visualmente o períneo no seu corpo. Já em pesquisa realizada por Abdo et al. (2002) com 2.835 brasileiros, observou que 92,1% das entrevistadas não se tocam para o autoprazer. Deste modo, a falta de conhecimento da sua própria anatomia e resposta sexual, motivados por medo, vergonha e culpa, criam um clima destrutivo para a vida sexual de muitas mulheres. O desconhecimento sobre a própria sexualidade e a desinformação sexual são capazes de desencadear problemas emocionais nas mulheres e alterar seu prazer sexual. Um grande número de mulheres realmente tem dificuldade para chegar ao orgasmo, principalmente durante o ato sexual, e mais especificamente com a penetração. Para chegar ao orgasmo com maior facilidade é importante conhecer melhor o próprio corpo para depois se sentir mais à vontade com o corpo do outro. Assim como é importante a musculatura local estar saudável. Autora: Fabiane Dell` Antônio Referências: Ferreira, Souza, Amorim, 2007; Tonneau et al., 2007; Bianco et al., 2004; Penteado et al., 2004; Moreno, 2009.
Tire suas Dúvidas com a
FABIANE DELL`ANTÔNIO

Graduada em Fisioterapia, com Mestrado em Ciências da Saúde Humana (UnC-SC) e nas seguintes Especializações:

Neuropsicologia e Aprendizado (PUC-PR);

Fisioterapia em Uroginecologia (CBES-PR);

Sexualidade Humana (USP-SP).

Professora Universitária desde 1999. Atua em consultório na área de Sexologia desde 2002. Realiza Cursos e Palestras em Sexualidade Humana desde 2010.

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