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DICAS SOBRE SEXO

Tire todas as suas dúvidas sobre a sua sexualidade
Dicas sobre Sexo

Frigidez é quando a mulher sente pouco ou nenhum interesse e desejo para realizar alguma prática sexual, algumas apresentam aversão ao sexo. Na maioria das vezes estas mulheres apresentam grande dificuldade em atingir o orgasmo. 

Geralmente o contato físico lhe é desagradável, elas apresentam dificuldade em se entregar na intimidade, e quando precisam participar de uma relação sexual preferem que termine logo. 

Isto pode ocorrer por fatores emocionais, sociais e físicos, e são decorrentes de problemas e situações frustrantes e de sofrimento físico e emocional que vivenciaram em sua infância (abuso e violência sexual), adolescência (medo de engravidar, ansiedade e disfunções sexuais) ou idade adulta (decorrente de vários fatores). Quando iniciaram a prática sexual não foi prazerosa, e sim desconfortável, causando reforço ao comportamento negativo ao sexo.

Outros fatores que podem ocasionar a frigidez são a educação rígida e repressora em relação ao sexo, a falta de diálogo entre o casal, a monotonia e ausência de estímulos prazerosos durante a intimidade. Assim como o envelhecimento, o cansaço e a vida cotidiana agitada também pode interferir na diminuição do desejo sexual.

Quanto menos sexo a mulher realiza, maior será a perda da vontade em fazê-lo. E se a mulher realiza com frequência sexo ruim e desconfortável, maiores serão as chances de desenvolver dor, dificuldade de penetração, ausência de orgasmo e, o mais grave, a impossibilidade de conseguir a penetração vaginal (vaginismo).

As mulheres que se consideram “frígidas” podem com o tempo apresentar alterações nos músculos íntimos devido a falta de lubrificação na penetração, isso porque elas fazem sexo por obrigação conjugal ou para cumprir o "papel feminino" perante o seu parceiro.  Estas apresentam um comportamento "frio" e muitas vezes áspero durante as intimidades, utilizam desculpas para evitar o contato íntimo, como beijos, toques e abraços. Estas são atitudes que elas adquirem com o objetivo de evitar o sexo.

Nestes casos é importante a mulher querer mudar sua sexualidade e iniciar pelo autoconhecimento do que seu corpo e diagnosticar o motivo de ter diminuição do desejo e/ou aversão ao sexo, analisando se o motivo é dor, falta de prazer, falta de amor pelo parceiro, vergonha do seu corpo, seus pensamentos sobre o sexo e o papel da mulher neste momento, e outros.
Recomenda-se buscar ajuda, sempre de acordo com o seu problema principal, com profissionais da saúde capacitados, como Médicos, Fisioterapeutas e Psicólogos. 

Algumas vezes será necessário a realização de um tratamento com o Fisioterapeuta que atua na área pélvica para fortalecer os músculos do assoalho pélvico, a região do períneo.

Os produtos da linha Dell da HotFlowers contribuem no tratamento em domicílio e no consultório com os profissionais da saúde.    

Alguns produtos que contribuem na melhora do desejo sexual das mulheres.
Muitos produtos sensuais contribuem no desejo sexual das mulheres quando usados com criatividade pelo casal, com sensações prazerosas.


Segue alguns exemplos:

1. Géis para sexo oral;
2. Géis que vibram;
3. Excitantes;
4. Lubrificantes;
5. Vibradores;
6. Óleos e cremes de massagem corporal e íntima;
7. Bomba clitoriana;
8. Produtos da linha DELL para melhorar a saúde muscular local.

Ter intimidade entre o casal e criatividade com produtos sensuais são atitudes que contribuem no prazer, orgasmo e desejo sexual das mulheres.


Fabiane Dell` Antônio | Fisioterapeuta
Palestrante | Consultora da Empresa Hot Flowers


É importante determinar a carga adequada para cada mulher de acordo com o estado muscular dela. 

1- O acessório estará muito leve se a mulher, ao ficar em pé, não sentir peso nenhum, ou então se o acessório ficar parado na vagina mesmo que ela não esteja contraindo-a, apertando-a.
Outro modo de perceber que o acessório está leve é se você consegue segurá-lo contraindo a vagina por mais de 10 segundos sem cair ou deslocar-se. Isto indica que você deve substituí-lo por um mais pesado.
Sempre aumentar o peso para o mais próximo, progressivamente.  
 
2- O acessório estará muito pesado quando a mulher não consegue segurá-lo na vagina por mais de 3 segundos ou ele se desloca no canal vaginal, deste modo é necessário a substituição do acessório para um mais leve, substituído pelo anterior no peso. Lembrando, o teste é realizado em pé.
 
No caso das bolinhas Bendell você irá iniciar com a bolinha amarela (30 gramas), evoluir para a laranja (50 gramas) e finalizar com as duas juntas com camisinha (80 gramas).
 
Com as bolinhas de Pompoar não há escolha de pesos, mas recomenda-se usar o kit com 2 bolinhas.
 
Com os cones de Pompoar ou Dell você deve iniciar o teste com o menor peso e evoluir progressivamente até atingir o peso máximo.
Se a sua opção foi iniciar com os cones de Pompoar (de 20 a 60 gramas) e após chegar no peso máximo de 60 gramas quer progredir, recomendamos que você progrida com o aumento dos pesos com os cones Dell (de 40 a 120 gramas). Inicie com o cone Dell de 80 gramas e evolua até atingir o de 120 gramas.

EXERCÍCIOS COM CONES E BOLINHAS

Exercício 1 -  a mulher deve introduzir o acessório entre uns 3 a 4 cm de profundidade no canal vaginal, vestir a calcinha e realizar suas atividades diárias normalmente com o acessório, ou se preferir ficar deitada, sentada ou em pé, inicialmente.
 
Tempo para este exercício:
O tempo inicial de uso é de 3 minutos e deve aumentar progressivamente até no máximo 15 minutos com o acessório no canal vaginal. Aumente cerca de 1 a 2 minutos no tempo para cada 3 dias de realização do exercício em média, isso se você não sentiu desconforto após o uso em 24 horas.

Procure descansar 1 dia sem uso de acessório;
 
Exercício 2 – realize este exercício inicialmente na postura deitada, depois passe para sentada ou de cócoras, e posteriormente em pé.
 
Após escolher o acessório e inseri-lo com uns 3 a 4 cm de profundidade no canal vaginal a mulher deve posicionar-se deitada com joelhos flexionados (inicialmente) e contrair e relaxar a vagina.
 
Como fazer: contrai e relaxa os músculos vaginais (a região anal contrai junto) repetindo 10 vezes.
 
Após dominar este exercício você pode progredir aumentando para duas séries de 10 repetições, deste modo:
Contrai e relaxa a vagina devagar com o cone ou bolinha no canal vaginal até completar 10 vezes.
Após descanse 1 minuto e realize nova série de 10 repetições as contrações/relaxamentos, totalizando duas séries de 10 repetições = 20 vezes.
 
Após dominar as 2 séries de 10 repetições e não houver deslocamento ou queda do acessório, você pode aumentar para 3 séries de 10 repetições, totalizando 30 repetições, realizadas 1 vez ao dia.
 
Você irá evoluir o exercício com mudança de postura como recomendado, após realize as contrações sentada, agachada e em pé, progressivamente.
Caso há deslocamento ou queda do acessório pare imediatamente o exercício, e recomece em outro dia com o mesmo peso e tempo até ele permanecer no local.
Após realizar o exercício número 1 com domínio e sem deslocamento ou queda do acessório com 2 séries de 10 repetições, evolua acrescentando o próximo exercício.
  
Exercício 3 -

Realize este exercício inicialmente na postura deitada, depois passe para sentada ou de cócoras, e posteriormente em pé.
 
Como fazer: deitada com joelhos flexionados contraia somente a vagina com o acessório e segure até 3 segundos, solte e descanse por 3 segundos, e assim sucessivamente até completar 10 repetições das contrações/relaxamentos.
 
Após dominar este exercício você pode progredir aumentando para duas séries de 10 repetições, deste modo:
Contrai a vagina e segura por 3 segundos, solta e relaxa por 3 segundos, e reinicia até completar 10 vezes.
Após as 10 repetições descanse 1 minuto e realize nova série de 10 vezes as contrações/relaxamentos, totalizando duas séries de 10 repetições = 20 vezes.
 
Após o domínio e não houver deslocamento ou queda do acessório, você pode aumentar para 3 séries de 10 repetições, totalizando 30 vezes, realizadas 1 vez ao dia.
 
Após realizar 3 séries de 10 repetições você  pode evoluir o exercício com mudança de postura. Com a nova postura volte a fase inicial de 10 repetições, aumente progressivamente com 20 e 30 repetições ao dia.
Caso há deslocamento ou queda do acessório pare imediatamente o exercício, e recomece em outro dia continuando com o mesmo peso até ele permanecer no local sem deslocamento por dois dias de uso com os exercícios.

Importante para evoluir neste exercício com o mesmo acessório:

1- Quando sentir que domina o exercício da postura em pé e não houver deslocamento do acessório, aumente o tempo de contração de 5 segundos e descanse também 5 segundos.
Deste modo: contrai e segura por 5 segundos, solta de relaxa por 5 segundos e reinicia até completar 10 contrações. Evolua para 2 séries de 10 repetições e após o domínio aumente para 3 séries de 10 repetições, totalizando 30 repetições, realizadas 1 vez ao dia.
 
2- Evolua aumentando o tempo de contração e repouso. De 5 segundos aumente para 7 segundos de contrações/relaxamentos e posteriormente até o tempo máximo de 10 segundos de contrações/relaxamentos. Evolua como explicado anteriormente
 
3- Sempre o tempo de contração será o mesmo tempo de repouso, e o tempo de descanso entre cada série será de 1 minuto.
Caso o acessório se desloca ou caia pare imediatamente o exercício, e recomece em outro dia com o mesmo peso até ele permanecer no local pelo tempo máximo de 10 segundos de contração vaginal com 3 séries de 10 repetições.
Com a evolução no tratamento e na melhora de suas queixas você poderá escolher os exercícios de sua preferência para realizá-los uma vez na semana. Assim manterá saudáveis seus músculos íntimos e estará satisfeita em sua vida sexual.

ALGUNS CASOS QUE SÃO CONTRAINDICADOS O USO DE CONES E BOLINHAS
 
1- Mulheres que sentem dor na relação sexual ou no local;
2- Prolapsos genitais (ex. bexiga caída);
3- Período menstrual;
4-Mulheres com dificuldade em contrair os músculos íntimos. Nestes casos recomenda-se a prática dos exercícios de 1 a 5 até obter domínio e realizar somente o exercício número 10 com acessório de peso;
5- Uso de diafragmas, pessários e tampões.
 
Os acessórios em geral são contraindicados quando há inflamações e infecções locais.    
Recomendamos conversar com seu médico caso tenha dúvidas quanto alguma situação física local, e antes do uso nos casos de gravidez, diafragmas, pessários e tampões.

Algumas mulheres sentem seus músculos vaginais enfraquecidos e flácidos com dificuldade em sentir o pênis ou objeto no seu canal vaginal. Deste modo dificulta o prazer e o orgasmo, como consequência pode ocorrer a diminuição do desejo e da lubrificação.
São vários os motivos que podem causar a flacidez vaginal, como a hereditariedade, envelhecimento, raça branca, partos, alterações hormonais, prisão de ventre, tabagismo, alcoolismo, cirurgias, obesidade, atividade física de impacto, radioterapia, atividades sexuais inadequadas, outros.

Saúde íntima
Para manter os músculos perineais saudáveis e prevenir lesões nos músculos íntimos as mulheres devem ter estes com tônus normal, adequada circulação, sensibilidade, força e elasticidade. Músculos saudáveis terão maior resistência contra os fatores que podem ocasionar lesões que ocorrem durante a vida (citados acima), ou se houver lesão os mesmos terão melhor recuperação.

Sintomas da flacidez vaginal
Existem alguns sintomas que podem ajudar a mulher a identificar que sua musculatura íntima apresenta flacidez, mas a confirmação ocorre somente com uma consulta com o Fisioterapeuta especialista em Uroginecologia, o profissional que atende na área pélvica.
Alguns sintomas são: incontinência urinária e fecal (perdas involuntárias), quedas de órgãos pélvicos (exemplo é bexiga baixa), dificuldade em sentir estímulos e fricções no canal vaginal, dúvidas se o pênis está dentro da vagina, gases vaginais, alteração na lubrificação, dificuldade em sentir prazer e orgasmo durante os estímulos no canal vaginal e clitóris.

Como melhorar
Se o sexo não está adequado deve-se realizar mudanças positivas para melhorar a sexualidade individual e do casal. Todas as pessoas podem sentir orgasmo durante todo o processo de envelhecimento, não há limitações!
Primeiramente procure um médico Ginecologista e este irá avaliar suas queixas e identificar as causas.
Se for diagnosticado comprometimento muscular procure um Fisioterapeuta com Especialização na área Pélvica. Ele irá realizar tratamento no consultório (quando necessário) e orientar exercícios e atividades para você realizar em sua casa.

Alguns produtos da Hot Flowers que contribuem na flacidez vaginal 
Alguns produtos contribuem na flacidez vaginal, são eles:
1- Peridell – massageador terapêutico que estimula a circulação e inervação local, com melhora da força muscular, sensibilidade, lubrificação, prazer e orgasmo;
2- Cones DELL – são cones mais grossos e pesados para o fortalecimento muscular do assoalho pélvico. Apresentam os seguintes pesos: 40 gramas, 60 gramas, 80 gramas, 100 gramas e 120 gramas;
3- Cones de Pompoar – cones com pesos de 40 a 80 gramas;
4- Bolinhas Bedell – são duas bolinhas num kit com pesos de 30 gramas (amarela), 50 gramas (laranja) e 80 gramas (as duas juntas) que intensificam o fortalecimento muscular local;
5- Bolinhas de Ben Wa/Pompoarismo – bolinhas que melhoram os músculos vaginais;
6- Bomba clitoriana – melhoram a circulação e tecidos da região do clitóris;


Cuidar da saúde íntima favorece a autoestima, felicidade, prazer e orgasmo, proporciona satisfação na vida sexual.

Fabiane Dell` Antônio   -   Fisioterapeuta
Palestrante - Consultora da Empresa Hot Flowers
A homossexualidade é definida como a atração sexual, exclusiva ou preferencial, por pessoas do mesmo sexo. Assim como ocorre com os heterossexuais, homossexuais masculinos ou femininos estão sujeitos às alterações do ciclo da resposta sexual (desejo, excitação, orgasmo e resolução), resultando em disfunções sexuais.

Nas mulheres as principais queixas são o transtorno do interesse/excitação sexual feminino, transtorno do orgasmo e transtorno de dor genito-pélvica à penetração.

Há poucos estudos sobre as disfunções sexuais em homossexuais, mas observa-se uma prevalência alta, em torno de 50 a 80% de pelo menos uma queixa relacionada à função sexual. Em termos de práticas sexuais, mulheres homossexuais praticam mais masturbação, enquanto mulheres heterossexuais praticam mais sexo vaginal.

Em um estudo populacional (Burri; Rahman, Santilla et al, 2012), constatou que mulheres homossexuais têm mais queixas de insatisfação sexual e desejo sexual hipoativo do que mulheres heterossexuais. As queixas relacionadas à excitação, dificuldade de lubrificação, orgasmo e dor no ato sexual não apresentaram diferença significativa de prevalência entre hetero e homossexuais.

A respeito da frequência de atividades sexuais, a maioria dos estudos demonstra que os casais homossexuais femininos praticam menos sexo que casais heterossexuais e homossexuais masculinos. Entretanto, menor frequência não está necessariamente relacionada à maior insatisfação sexual, e pode ser explicada, segundo alguns autores, pela dificuldade do sexo feminino em tomar a iniciativa do ato sexual.

A dor genito-pélvica à penetração

A dor genito-pélvica é uma disfunção sexual que está presente quando a mulher sente dor com frequência durante a relação sexual, e pode ser classificada de acordo com o local que é sentida na região vaginal, como superficial, intermediária e profunda. Algumas mulheres sentem no início da penetração, durante ou após a mesma.

Como consequência da dor constante pode gerar diminuição da frequência sexual, afastamento íntimo entre o casal, tristeza, pensamentos de incapacidade de fazer o outro feliz sexualmente e a si próprio, e baixa autoestima.
Para algumas mulheres a dor na penetração vaginal quando se utiliza objetos, dedos, pênis ou vibradores pode ser percebida como dor aguda, ardência, e em queimação, com diferentes intensidades (leve, moderada e acentuada). Em alguns casos pode impossibilitar relações sexuais com penetração, o vaginismo.
As causas podem ser diversas, como físicas, emocionais, orgânicas, de relacionamento e outras. Algumas mais comuns são:

- Pouca lubrificação e excitação durante a penetração vaginal;
- Inflamação ou infecções genitais, como cistite;
- Endometriose;
- Tensões musculares no períneo (hipertonia);
- Fatores emocionais, como vergonha, medo, tabus educacionais, familiares e religiosos, traumas sexuais, e outros.

Mulheres em relações homosessexuais podem apresentar dificuldades nas práticas sexuais por não conseguir usar produtos que estimulam a relação íntima, como o uso das capas penianas extensoras, cintos de couro sem ou com prótese, vibradores, próteses de silicone ou gel, plugs e outros. 
Como consequência pode haver afastamento íntimo entre o casal e término do relacionamento.

Como melhorar a dor genito-pélvica?

Indica-se uma consulta com o médico Ginecologista para avaliações e exames físicos, e de acordo com os resultados podem contribuir para o tratamento o Fisioterapeuta Pélvico e Psicólogo.

A HotFLowers preocupa com a saúde íntima e sexual dos seus clientes, por isso lançou a linha A SAÚDE DO SEU PRAZER, são produtos desenvolvidos pela Fisioterapeuta Pélvica Fabiane Dell´ Antônio.

Alguns produtos contribuem na melhora dos músculos do assoalho pélvico e atuam na melhora da dor genito-pélvica, como:

1- Bolsa térmica Termodell;
2- Peridell e capa Facidell;
3- Dilatadores anais e vaginais DELL;
4- Massageadores Pélvicos D-Dell.

Os produtos acompanham instrução de uso, mas a Empresa HotFlowers e Fabiane Dell`Antônio disponibilizam em suas redes sociais vídeos e artigos com orientações de uso para contribuir na melhora destes sintomas.

Recomendamos que o tratamento físico tenha o acompanhamento e orientação de um profissional Fisioterapeuta Pélvico.

Fonte:https://www.researchgate.net/publication/281827499_Disfuncoes_sexuais_em_homossexuais (acesso agosto de 2018)


Fabiane Dell` Antônio
Fisioterapeuta, Palestrante e Consultora
* Mestrado em Ciências da Saúde Humana – UnC / SC
* Especialização em Neuropsicologia e Aprendizado – PUC / PR
* Especialização em Fisioterapia em Uroginecologia  – CBES / PR
* Especialização em Sexualidade Humana – USP / SP     
Muitas mulheres desejam ter seus músculos íntimos fortes para deixar qualquer parceria enlouquecida, querendo sempre mais... e mais. Agora elas podem fortalecer de um modo simples e com tratamento eficiente, pois a HotFlowers lançou cones inéditos no mundo devido ao aumento da espessura e dos pesos. Estes foram desenvolvidos pela Fisioterapeuta Pélvica e Sexóloga Fabiane Dell` Antônio

Os Cones vaginais DELL são cápsulas de formato anatômico e pesados que ao serem inseridos no canal vaginal proporcionam o estímulo necessário para que a mulher contraia a musculatura do assoalho pélvico (músculos vaginais) para fortalecer as estruturas locais e mudar a vida sexual delas e do casal.

Os cones Dell são inéditos no Brasil e no mundo por serem mais grossos e pesados, são em número de cinco e vendidos separadamente com os seguintes pesos: 40 gramas – 60 gramas – 80 gramas – 100 gramas – 120 gramas. 
Seu uso permite um treinamento com aumento de carga progressiva, exatamente como acontece na musculação de academia com pesos para o restante do corpo. 

Indicações de uso dos cones vaginais

Os cones contribuem para o fortalecimento dos músculos íntimos (Músculos do Assoalho Pélvico), melhoram a sensibilidade vaginal e facilitam a percepção da contração e relaxamento vaginal. Além disso melhoram a força muscular e autoconhecimento, favorecem a saúde e prazer sexual.

Quando os músculos íntimos estão fortes haverá saúde local, com adequada sustentação dos órgãos pélvicos, continência urinária e fecal e melhora em todos os aspectos na vida sexual, como o desejo, lubrificação e orgasmo.

Por serem mais grossos os Cones Dell permanecem no canal vaginal de modo mais eficaz ao tratamento e com menores chances de deslocamento ou quedas, principalmente em vaginas que apresentam acentuada flacidez. 

Outro diferencial dos cones Dell são os pesos, já que no mercado brasileiro não há cones com peso superior a 80g. Os cones Dell possuem pesos até 120g que proporcionam aumento da resistência muscular local.

Os cones Dell são mais eficazes do que os demais no mercado, evitam quedas e são mais pesados.

Como usar os cones na vagina 

Primeiro é importante determinar a carga adequada para cada mulher de acordo com o estado muscular dela. Isso porque se for muito leve não irá fortalecer, e se for muito pesado irá lesionar os músculos. O teste deve iniciar com o mais leve e progredir com o subsequente no peso.

O cone ideal é aquele que permanece na vagina enquanto a mulher contrai os músculos íntimos, e neste momento pode ser segurado por 3 a 10 segundos sem deslocamento ou queda.

O cone está muito leve se a mulher, ao ficar em pé, não sentir peso nenhum, ou então se o cone ficar parado na vagina mesmo que ela não esteja contraindo-a, apertando-a.
Assim como se ela consegue segurar o cone contraindo a vagina sem cair por mais de 10 segundos ele deve ser trocado pelo próximo, mais pesado. 
Para saber se o cone está muito pesado é quando a mulher não consegue segurá-lo na vagina por mais de 3 segundos, assim deve ser substituído pelo anterior que é mais leve. Lembrando, o teste é realizado em pé.

O cone deve ser utilizado com um preservativo não lubrificado (comprado em qualquer farmácia). O uso de lubrificantes no cone aumenta o grau de dificuldade do treino porque facilita o seu deslizamento. 

Posição para sua colocação:

Para a inserção do cone a mulher pode estar deitada com as pernas afastadas, ou em pé com um dos pés apoiados sobre uma cadeira. O cone deve ser inserido com a parte mais larga para cima (em direção ao colo uterino) e o cordão para baixo e fora do canal vaginal. O dedo médio pode servir de guia empurrando-o para cima.

O cone deve ser posicionado profundamente até a metade da vagina, uns quatro dedos de profundidade. Se ele não estiver suficientemente fundo os músculos íntimos o empurrarão para baixo ao invés de para cima, tornando o exercício ineficaz.

Após a inserção deve-se usar preferencialmente uma calcinha para evitar de o cone acidentalmente cair no chão. A partir de então deve ser realizada as séries de exercícios citados abaixo.

Exercícios

Estes devem iniciar na posição deitada e após dominar o exercício sem o deslocamento do cone mudar para a posição em pé. Assim que dominar o exercício em pé, sem o deslocamento do cone, substitua-o por outro mais pesado.

1 - Após escolher o cone certo e inseri-lo corretamente no canal vaginal a mulher deve posicionar-se deitada com joelhos flexionados (inicialmente) e contrair a vagina com toda a força para reter o cone durante 3 segundos (reposicionando-o se ele cair) e então relaxar. Descansar por 3 segundos e contrair novamente por mais 3 segundos, assim sucessivamente até completar 10 vezes. Descanse 1 minuto e repita outra série com 10 contrações mantendo até 3 segundos. Total = 2 séries de 10 repetições = 20 vezes no dia. 

2 - O segundo exercício (deve ser realizado em seguida após o nº1, mas com um tempo de intervalo entre eles de 2 minutos) são as contrações e relaxamento sem segurar muito tempo, ou seja, contrai e relaxa devagar até 10 vezes. Descansar 2 minutos e repetir nova série de 10 repetições, totalizando 2 séries de 10 = 20 vezes no dia.

Importante: procure um profissional Fisioterapeuta Pélvico ou profissional capacitado que atua com o Pompoarismo para ter maior eficiência no tratamento.


Orientações gerais:
1 - Usar camisinha sem lubrificação;
2 - Usar em dias alternados, até 3 vezes na semana;
3 - Tempo de uso inicialmente em 5 minutos, progredir até 30 minutos, inclui caminhadas, permanecer sentada o em pé, e a realização dos exercícios;
4 - Não tranque a respiração enquanto usa os cones e faz as contrações;
5 - A duração do treinamento pode durar até 3 meses, se realizado com assiduidade.
6 - Após atingir o tempo máximo com o cone de 120g passe a frequência do uso de 1 vez na semana para manter os músculos fortalecidos.

Alguns casos que são contraindicados o uso de cones:
1 - Gestantes;
2 - Mulheres que sentem dor na relação sexual;
3 - Prolapsos genitais (ex. bexiga caída);
4 - Período menstrual;
5 - Mulheres com dificuldade em contrair os músculos íntimos;
6 - Uso de diafragmas, pessários e tampões, outras.

Os músculos levam algum tempo para sua recuperação, por isso não devem ser realizados estes exercícios com exageros, mas com respeito ao tempo de trabalho e repouso.
Caso há necessidade de evolução após estes treinos com todos os pesos, ou houver dúvidas quanto as práticas, procure um fisioterapeuta especializado na área Pélvica, na saúde da Mulher.

Fabiane Dell` Antônio
Fisioterapeuta, Palestrante e Consultora
* Mestrado em Ciências da Saúde Humana – UnC / SC
* Especialização em Neuropsicologia e Aprendizado – PUC / PR
* Especialização em Fisioterapia em Uroginecologia  – CBES / PR
* Especialização em Sexualidade Humana – USP / SP     


Ter vida sexual prazerosa é um desejo de muitas pessoas, assim como sentir orgasmo com frequência em todas as práticas sexuais, fazer sexo várias vezes na semana, ter autoestima e sexualidade saudável, seduzir sua parceria, assim por diante.

Mas concretizar estes desejos pode depender de vários fatores, e um dos principais é ter sexualidade saudável. Isto ocorre somente quando a pessoa realiza práticas sexuais frequentemente com prazer, satisfação e felicidade. Afinal, qualquer atividade que realizamos e sentimos prazer ativa em nosso cérebro a área septal, responsável pelos resultados prazerosos que vivenciamos diante de algo que nos faz feliz.

Para ter sexualidade saudável a pessoa precisa ter saúde física íntima, isto reflete em ter os músculos do períneo saudáveis, com boa circulação, inervação, elasticidade, resistência e força local, estes proporcionam prazer em todas as práticas sexuais.

 

Algumas pessoas não conseguem sentir prazer, e sim dor!

Para algumas pessoas sentir orgasmo com frequência está muito longe de sua realidade. Estas não sentem prazer, e sim dor ou desconforto durante ou após as penetrações vaginal, anal, estímulos no clitóris, região escrotal e ânus.

Desconforto com frequência pode gerar diminuição da frequência sexual, afastamento íntimo entre o casal, tristeza, pensamentos de incapacidade de fazer o outro feliz sexualmente e a si próprio, e baixo autoestima.

Pesquisas relatam que em média 20% das mulheres sentem estas queixas com frequência em suas práticas sexuais. O resultado são mulheres insatisfeitas sexualmente, com baixo desejo sexual e com afastamento íntimo entre o casal.

Em média 5% dos homens relatam esta queixa em penetrações anais, com dificuldades em manter a saúde local e o prazer, desenvolve homens insatisfeitos sexualmente, com baixo desejo sexual e isolamento afetivo e sexual.

 

Tratamento com os Dilatadores DELL da HotFLowers

Os dilatadores Dell são indicados para o tratamento da dor ou desconforto (Dispareunia) durante ou após as práticas sexuais decorrentes de alterações do tônus muscular da região do períneo, como a dificuldade de penetração vaginal ou anal em decorrência da tensão dos músculos locais.

Os dilatadores vaginais e anais DELL contribuem na melhora dos músculos do assoalho pélvico (região do períneo) porque promovem alterações nos músculos e tecidos locais, alongando-os e dilatando as paredes vaginais e anais.

Alguns dos efeitos dos dilatadores para quem apresenta esta tensão (hipertonia) dos músculos íntimos:

1-   Promovem a dessensibilizarão lenta e contínua da musculatura perineal;

2-   Ocasionam o relaxamento e flexibilidade muscular;

3-   Dilatam o canal vaginal/anal e facilitam a penetração;

4-   Diminuem a dor e desconforto durante e após a penetração vaginal ou anal.

Recomenda-se o uso dos dilatadores com lubrificantes externos e uso de camisinha. O produto acompanha manual de instruções para o seu uso.

A HotFlowers produz os dilatadores Dell, estes foram desenvolvidos pela fisioterapeuta Pélvica Fabiane Dell` Antônio que criou dois diferenciais neste produto, a curvatura anatômica e o pegador, ambos contribuem para aumentar a eficiência em seu uso e a adequada posição da pessoa durante sua aplicação.

 

Fabiane Dell`Antônio -  Fisioterapeuta, Consultora e Sexóloga

 

Tire suas Dúvidas com a
FABIANE DELL`ANTÔNIO

Graduada em Fisioterapia, com Mestrado em Ciências da Saúde Humana (UnC-SC) e nas seguintes Especializações:

Neuropsicologia e Aprendizado (PUC-PR);

Fisioterapia em Uroginecologia (CBES-PR);

Sexualidade Humana (USP-SP).

Professora Universitária desde 1999. Atua em consultório na área de Sexologia desde 2002. Realiza Cursos e Palestras em Sexualidade Humana desde 2010.

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